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O que muda com a chegada do Chromecast?

Com o anúncio da Google do Chromecast – um dispositivo que transforma televisores com entrada HDMI em Smart TVs –, diversos sites estão relacionando o novo produto à Apple TV, que, essencialmente, possui as mesmas aplicações; conectar a tevê a uma rede Wi-Fi e permitir o espelhamento de tela e o controle através de smartphones, tablets e computadores.

A relação é válida, porém há alguns pontos que precisam ser considerados. Além da diferença de tamanho e preço – a Apple TV custa U$ 99, contra U$ 35 do Chromecast –, deve-se levar em conta a política mais “livre” da Google, em relação à conectividade com outros sistemas operacionais móveis.

Enquanto a Apple TV disponibiliza a função de Airplay (pareamento do dispositivo apenas com iPads, iPhones e Macbooks com Bluetooh 4.0), o Chromecast promete conectividade com aparelhos com Android, navegador Google Chrome e iOS, e quem sabe com Windows Phone, futuramente, apesar de o sistema móvel da Microsoft não ter sido citado pelos executivos da Google.

Outro ponto importante é a liberação do sistema para desenvolvedores, assim como ocorre com smartphones e tablets, que atualmente ainda não é possível com a Apple TV, com um sistema operacional próprio. O Chromecast utilizará o Chrome OS, sistema presente em alguns notebooks e no Chromebook, o ultrabook da Google.

Espera-se que com a chegada de um concorrente à altura da Apple TV ocorram mudanças no modo como as empresas se relacionam com os desenvolvedores, para a criação de aplicativos para tevês inteligentes. Possivelmente veremos novas interações entre usuários e suas Smart TVs, como instalar e rodar jogos feitos especialmente para tevês e aplicativos com conteúdos exclusivos.

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